15/01/2005 - 17h00m
Segundo dia do Rio Moda Hype leva princesa e bailarina à passarelaSuzana Velasco - O Globo
RIO - Uma criatividade confusa. Foi essa a sensação de quem assistiu aos desfiles do segundo dia de Rio Moda Hype, que levou novos talentos à passarela do MAM. As coleções foram marcadas por um excesso de elementos e referências e o resultado geral foram looks sujos, em desfiles com pouca unidade conceitual. A exceção foi a coleção "Yo soy latino americano", da Madre Santa, a mais coesa e interessante.
A estilista Lívia Amorim se inspirou em andarilhos latinos para criar pochetes, casacos e echarpes tipicamente peruanos, em tons de rosa e azul. Desenhos de cactos e casinhas remetiam a áreas desérticas da América do Sul, criando um universo pouco comum quando se costuma pensar em latinidade. O latino, ali, não eram as praias e o clima tropical caliente, mas uma certa aridez e a historicidade andina.
Segundo dia do Rio Moda Hype leva princesa e bailarina à passarelaSuzana Velasco - O Globo
RIO - Uma criatividade confusa. Foi essa a sensação de quem assistiu aos desfiles do segundo dia de Rio Moda Hype, que levou novos talentos à passarela do MAM. As coleções foram marcadas por um excesso de elementos e referências e o resultado geral foram looks sujos, em desfiles com pouca unidade conceitual. A exceção foi a coleção "Yo soy latino americano", da Madre Santa, a mais coesa e interessante.
A estilista Lívia Amorim se inspirou em andarilhos latinos para criar pochetes, casacos e echarpes tipicamente peruanos, em tons de rosa e azul. Desenhos de cactos e casinhas remetiam a áreas desérticas da América do Sul, criando um universo pouco comum quando se costuma pensar em latinidade. O latino, ali, não eram as praias e o clima tropical caliente, mas uma certa aridez e a historicidade andina.
Nenhum comentário:
Postar um comentário